terça-feira, 27 de agosto de 2013

Parceiros de luta contra o câncer.

Companheiros do Andrey na luta para vencer o câncer,estes pequenos grandes guerreiros estão em busca da cura e em meio aos efeitos colaterais do tratamento, que muitas vezes os condena a um certo isolamento das pessoas de lugares públicos e ao repouso constante esses heróis da resistência  dão um exemplo de superação.






















segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Vitor Gabriel

Este è Vitor Gabriel veio a falecer depois de esperar por horas uma vaga na UTI pediátrica de um hospital de Cuiabà. Isso porque no Hospital de Câncer de Cuiabá tido como Referencia no tratamento de Câncer não tem  uma UTI pediátrica. Esta criança morreu sem o socorro necessário para amenizar seu sofrimento.Infelizmente esta situação vem se repetindo muito nos últimos meses, eu mesma já presenciei várias vezes essa covardia...covardia sim!pois deixar uma inocente tanto tempo sem o atendimento necessário a sua sobrevivência é uma covardiaaaaaaa. Aos òrgãos que supostamente defendem os direitos das nossa crianças: vocês   não podem ficar  imunes a tanto sofrimento a tanto descaso... Por isso estou mobilizando as mães, familiares e amigos de pacientes do Hospital de câncer de Cuiabá para acionarmos as autoridades competentes como o Ministério público e a promotoria da infância e juventude para que se tome providências urgentíssimas e deem aos nossos filhos o mínimo de atendimento digno e justo para tratar o câncer que por si sò è motivo de imenso sofrimento. sido impossível sem essa UTI pediátrica e o pediatra de plantão neste hospital.Pasmem!!nem pediatra de plantão temos aqui no Hcan. Mesmo com todo empenho da equipe médica que jà è desfalcada e que atua no setor Pediátrico deste hospital o que vemos aqui são crianças agonizantes numa longa espera de transferência para UTI de outros hospitais.E essa è somente uma das graves deficiências desta unidade hospitalar. Isso è vergonhoso...Isso è um crime!!!!E aí governador e prefeito de Cuiabá! Está bom para vocês?Até quando que as autoridades deste estado vão fechar os olhos para a realidade destes inocentes

Pedido de Socorro!

Entre as muitas deficiências enfrentadas por pacientes oncológico pediátrico no Hcan de Cuiabà Mt, a falta de uma UTI pediatrica nesta Unidade Hospitalar è um dos fatores que tem deixado familiares em panico ante a necessidade de seus filhos necessitar deste tipo de atendimento.Então eu e meu filho iniciamos esta campanha para sensibilizar as autoridades deste estado.
Um menino de 15 anos publicou nas redes sociais um post, no qual diz que crianças morrem esperando o serviço

DIVULGAÇÃO/INTERNET
Andrey Furtado Pescador, de 15 anos, tem leucemia e está na campanha pela construção da UTI

GUSTAVO NASCIMENTO
Da Reportagem
Familiares e pacientes da ala infantil do Hospital do Câncer (HC), em Cuiabá, reivindicam a construção de uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Pediátrica no local. A ausência do espaço tem causado a morte de pessoas em tratamento, conforme relatou Andrey Furtado Pescador, de 15 anos, em uma página das redes sociais.
O menino tem leucemia e recebeu o diagnóstico há oito meses. Desde então, enfrenta fortes sintomas causados pela quimioterapia. Para o paciente, a dor é forte, mas não chega nem perto da causada pela perda dos amigos que passam pelo mesmo problema.
Na Capital, existem apenas 16 leitos de UTI infantil e todos estão na rede privada. Para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) terem acesso ao serviço, o governo faz contratos com os hospitais e mesmo assim, a quantidade de vagas é insuficiente para atender a demanda.
Nas redes sociais, a reivindicação tomou grande proporção. Andrey relata com detalhes os obstáculos enfrentados diariamente. “Só uma coisa tem me deixado muito triste, é ver meus amigos do hospital morrerem por falta de UTI pediátrica ou ficarem sofrendo por dias, esperando por exames para continuar o tratamento. Porque o governo está nos abandonando?”, indagou Andrey na postagem, que até o fechamento da matéria tinha mais 3,6 mil compartilhamentos.
A mãe de Andrey, Ângela Furtado, de 42 anos, em julho havia se transvestido de morte e acampado em frente ao Hospital do Câncer, para denunciar a recusa na internação do filho. Na ocasião, a 1ª dama do estado e secretária de Estado Trabalho e Assistência Social, Roseli Barbosa, telefonou para a professora para intermediar a situação.
“Agora nós voltamos a apelar ao governador para que faça algo. As crianças só conseguem ser internadas nas UTI’s com liminar judicial, mas às vezes, é tarde. Na última semana, cinco minutos após a assinatura do juiz, uma criança que agonizava há três dias morreu”.
Ângela contou que uma comissão formada por mães e familiares está organizando um dossiê, com depoimentos e provas para levar o caso ao Ministério Público Estadual. “É muito chocante ver as crianças chorando nos corredores pedindo para não morrer”, disse.
Segundo Arlan Ferreira, professor de pediatria da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT), as crianças vêm sofrendo desrespeito do Estado. Ele afirmou que no Pronto-socorro da Capital uma UTI improvisada na ala intermediária tem até colocado em risco a saúde dos menores. “Isto é caso de polícia. Não podemos tratar as nossas crianças deste jeito. É por isto que em Mato Grosso taxa de morte entre as crianças e duas vezes maior que em Santa Catarina”.
De acordo com a oncologista pediátrica responsável pela ala infantil do HC, Suely Araújo, a falta de UTI pediátrica não é um problema apenas da unidade e sim de todo o estado. Contudo, em pacientes em tratamento de câncer o risco de infecção é ainda maior. “A UTI é um suporte para vida das crianças. O tratamento de câncer às vezes é tão pesado para elas que a recuperação só se torna segura dentro da unidade intensiva”.
A transferência dos pacientes também é complicada, tanto pela falta de logística em realizar o tratamento em outro hospital ou outra cidade, quanto pela impossibilidade de se fazer os procedimentos.
Ela afirmou que há mais de dois anos a direção do HC vem pedindo junto ao Ministério da Saúde e ao governo do Estado a instalação de dez leitos na unidade, porém o projeto ainda está em análise. Segundo ela, a UTI não beneficiaria apenas os pacientes com câncer, mas outras crianças que precisam de tratamento.





domingo, 25 de agosto de 2013

Mãe se veste de Morte





Mãe se veste de ‘morte’
Professora quer que o filho, diagnosticado com leucemia, seja internado e passe por quimioterapia no Hospital do Câncer. Ângela diz que dá atenção em tempo integral ao garoto e que não tem medo de nada e nem de ninguém
O que uma mãe, em desespero, é capaz de fazer em busca de assistência médica-hospitalar para o filho? Tudo! Nesta quarta-feira, a professora Ângela Avelina Furtado, 44 anos, se travestiu de morte, com roupa preta, máscara de caveira e corrente amarrada na cintura, e foi para a porta do Hospital de Câncer, em Cuiabá. A atitude foi para denunciar a recusa da internação do filho, Andrey Furtado Pescador, de 15 anos, portador de leucemia, e o caos no sistema de saúde de Mato Grosso. O adolescente deveria ter sido recebido na unidade hospitalar na terça-feira, conforme agendameto prévio, para fazer quimioterapia, o que não aconteceu, segundo ela, por falta de enfermeiros para dar suporte ao atendimento. Ângela Furtado também fixou ao seu corpo diversos cartazes com críticas aos gestores da saúde pública, Promotoria da Infância e Juventude e Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), numa referência à greve dos enfermeiros, que se estendeu por duas semanas e encerrou-se ontem.
Além do manifesto, Ângela ingressou com ação na Justiça, pedindo que a internação fosse determinada por meio de liminar, que até ontem não havia sido julgada. Disposta a fazer greve de fome até que o filho fosse internado, a professora contou que Andrey teve diagnóstico de leucemia há oito meses. Desde então, a professora dedica-se em tempo integral ao tratamento do garoto.
A principal preocupação dela, diz, é com a o risco de agravamento da doença, o que poderia levar à necessidade de transplante de medula e até a morte. Andrey, explica ela, tem Leucemia Linfoblástica Aguda(LLA), um dano genético adquirido (não herdado) no DNA de um grupo de células (glóbulos brancos) na medula óssea.
“Para o sistema de saúde, meu filho é apenas mais um número, um prontuário, mas pra mim ele é minha vida, tudo o que tenho e defendo”, diz. E pela saúde do filho único, Ângela diz que não tem medo de nada e de ninguém.
O protesto dela começou pelas redes sociais, no faceboock, onde pediu socorro e responsabilizou o governo do Estado pela precariedade dos serviços de saúde. Se declarando a favor da greve dos enfermeiros, porém contra a ganância dos hospitais, ele escreveu que “falta respeito das pessoas que administram o setor da saúde”. Em poucos minutos, o manifesto dela recebeu o apoio de centenas de internautas. Esse não é o primeiro manifesto dela, que já fez abaixo-assinado em defesa da instalação de UTI pediátrica no Hospital de Câncer e de plantão pediátrico na urgência da mesma unidade.Ângela deixou o HC com o compromisso de internação do filho ainda hoje, pela manhã. A diretora de atendimento ambulatorial e internação, Carolina Garcia, disse que a internação de Andrey foi adiada por falta de enfermeiros, mas que o atendimento estaria sendo regularizado hoje.
Sobre a falta de UTI Pediátrica, Carolina disse que existe espaço para instalação, mas precisa da ajuda do governo do Estado com equipamentos. Projeto propondo parceria com esse objetivo, informa ela, foi encaminhado à Secretaria de Saúde do Estado(SES).

Jornal Diàrio de Cuiabà
ALECY ALVES
Da Reportagem

Beijando a careca

Depois de 11 dias internado voltamos para casa.Seus cabelos jà começavam a cair porem um momento de tristeza se tornou um dia inesquecível de muita bagunça e alegria ,quando seus primos em solidariedade rasparam a cabeça também e daí surgiu a idèia do álbum BEIJANDO A CARECA.Amigos e familiares tem feito parte desta demonstração de carinho.Ficar sem os cabelo certamente è o que menos importa nestas circunstancias.



















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